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Quando se escolhe um contraceptivo se necessita avaliar diversos fatores:

  • Além da contracepção a mulher está buscando resolver ou minimizar outros desconfortos?

Algumas mulheres buscam associar a contracepção a solução  de outros problemas que a incomodam como: tensão pré-menstrual, dismenorréia  (dor ou cólicas no período menstrual), diminuição de fluxo menstrual excessivo, anemia por perda menstrual,  irregularidade de ciclo menstrual, diminuição de sinais de androgenismo como acne, oleosidade da pele, excesso  de pelos, etc.

  • A mulher apresenta alguma doença que contraindique o método?

Nem todas as mulheres podem utilizar qualquer método contraceptivo. Existem patologias que contraindicam determinados contraceptivos como história de trombose prévias, portadoras de trombofilias, uso de medicações que interferem na eficácia do método, cirurgia bariátrica, tumores hepáticos, enxaquecas com aura, doenças autoimunes, etc.

  • Qual é a escolha da via de administração e o tempo de uso?

Muitas mulheres não se adaptam a métodos de uso diário por esquecimento e preferem métodos que não precisam lembrar de usar, os  chamado métodos de longa duração (DIUs e implantes). Outras não querem métodos de longa duração, mas desejam usar alguma via não oral sem a necessidade de uso diário (anel vaginal, adesivo,  anticoncepcionais injetáveis)

  • A mulher deseja método hormonal ou não hormonal?

Algumas mulheres tem contraindicações  aos métodos hormonais ou mesmo não desejam usar métodos hormonais.

  • Avaliação do custo benefício da contracepção.
  • Avaliação da eficácia do método contraceptivo.

Após  a avaliação de todos esses quesitos  e com o conhecimento dos métodos disponíveis, a mulher poderá escolher qual o método de contracepção deseja usar. Desta forma, não há um método melhor do que o outro, mas aquele que mais se adequa às necessidades individuais de cada mulher.

Dra. Alexandra Secreti Prevedello

CRM 3561 | RQE 676   | RQE 3319